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12 de novembro de 2012

Homenagem dos amigos aos 40 anos de Gianecchini

Fonte: Atriz Claudia Raia

11 de novembro de 2012

La Raia vai ao aniversário de Gianecchini





Claudia Raia foi acompanhada do namorado Jarbas Homem de Mello ao aniversário de Reynaldo Gianecchini, que aconteceu na noite desse sábado, 10, em uma casa de festa em São Paulo. Cavalheiro à moda antiga, Jarbas desceu do carro para abrir a porta para a atriz ao chegarem na festa. Na hora de falar de Gianecchini, Claudia não conteve os elogios. "Ele é um amado, um irmão. Estou muito feliz e não podia faltar nesse momento para celebrar a nova vida dele".

Fonte: EGO

9 de junho de 2012

Revista Tititi

Fonte: Para Recordar Novelas e Famosos

26 de fevereiro de 2012

Claudia Raia fala sobre Gianecchini



No momento em que Reynaldo Gianecchini – Giane para os amigos – se sente, pela primeira vez, curado do câncer linfático, após um autotransplante de medula óssea, sua amiga mais próxima durante todo o tratamento, Claudia Raia, quebra o silêncio que se impôs e, a pedido do ator, fala abertamente sobre a experiência rica a seu lado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. E a torcida por sua cura.

“Aprendi demais com a postura do Giane diante da doença. Sei que minha missão na vida, todos esses meses, desde agosto do ano passado, passou a ser diverti-lo. Mas quem se beneficiou mais fui eu. Ele é um guerreiro com uma serenidade que não é deste planeta”.

A revista ÉPOCA que está nas bancas publica uma conversa minha com Giane de duas horas e meia, em seu apartamento nos Jardins, sobre todo o processo de superação e fé do ator, até seu “renascimento” com o transplante. Aproveito para compartilhar com vocês, no 7×7, o depoimento emocionado e exclusivo da Claudia Raia, em primeira pessoa.

“É uma relação muito forte a nossa. Parece coisa de outras vidas. Começou na novela Belíssima, do Silvio de Abreu, no fim de 2005. Acho que esse papel do mecânico Pascoal (foto ao lado) foi um divisor de águas. Eu fazia a Safira. Tivemos uma química ótima. E era uma comédia, a primeira da trajetória do Giane.

“A partir daí, ele não teve receio de interpretar mais nada. É difícil ser bonito como o Giane é e decidir ser ator. As pessoas perseguem muito. Depois do Pascoal, ele ficou desprovido de qualquer formato de galã. Iniciamos uma grande amizade. Nós dois somos do interior. Temos o mesmo tipo de criação. Adoro a mãe dele, dona Heloísa, um dos melhores seres humanos que conheci, uma deusa.

“Quando o Giane foi diagnosticado com câncer, no finalzinho de julho do ano passado, estávamos para trabalhar juntos de novo. Eu tinha tido a ideia de chamá-lo para o musical Cabaret. O (Miguel) Falabella, diretor, também achou que o papel era a cara dele. O Giane tem muitos talentos que as pessoas não conhecem. Tem uma bela voz, é um barítono. Ia voltar a estudar dança. A gente estava muito feliz. Os personagens do musical precisavam dessa química que nós já tínhamos experimentado na televisão. É tão confortável ter intimidade no palco.

“Eu já andava meio preocupada com ele, sempre com alergia, gânglios, uma febrezinha. Dois dias antes de começarem os ensaios do Cabaret, eu estava num evento em São Paulo à tarde. Meu celular tocou e era o Giane: “Claudinha, você pode falar? Tenho uma coisa pra te contar. Eu estou com câncer”.

“Eu tive um pré-desmaio. O telefone continuou na minha mão mas eu ia cair, alguém me segurou. Tive uma ausência da realidade. Eu não sabia até então quanto eu o amava. Mas amava 10 vezes mais. O Giane disse: “Calma”. É inacreditável. Como assim ele tentar me acalmar? Ele não é daqui, juro, não é deste planeta. “Calma, vai dar tudo certo”, insistia ele. “Estou no Sírio, internado”.

“Bom, eu entrei no hospital e tenho a sensação de que nunca mais saí. Eu dormia ali, não vinha para casa nos primeiros dias. Era finalzinho de julho. Cheguei e ele estava meio escondido, cheio de gânglios saltados no rosto, na cabeça. Primeiro ouvi ele dizer: “Vou aparecer, viu? E você não grita”. Pode? Acho que minha missão é diverti-lo. Sempre foi assim, a gente se diverte horrores. Ia ao hospital duas vezes por dia, antes de ensaiar e depois do ensaio.

“Esse menino é um guerreiro como poucas vezes se viu. Ele supera a função humana. Eu estive com ele todos os dias e eu não vi ele esmorecer um minuto. Não vi o Giane de mau humor. Nem se cansar. Nem irritado. Impressionante a certeza que ele tinha da cura. A certeza de que ele precisava passar por aquilo. Eu aprendi demais do lado dele. Eu tenho 45 anos e acho que não aprendi na vida o que aprendi com ele nesses últimos oito meses.

“Não é só por ele estar doente nem porque amo ele. O Giane esteve presente em todos os momentos de composição de minha personagem no Cabaret. Eu dançava pedaços de coreografia no hospital. Ele perguntava sobre os ensaios, pedia que eu cantasse. O material fotográfico levei todo para ele ver. E ouvia suas opiniões e críticas: talvez aqui, talvez ali fosse melhor assim.

“Ele fugiu dos médicos, contrariou a dra Yana, maravilhosa, para ir no ano passado ao ensaio do musical no Espaço Chaim. Ele foi de máscara. Eu botei um sofá, o Giane ficou todo constrangido porque todo mundo o aplaudia, contente de ele estar ali. No primeiro mês de ensaio, eu estava presente de corpo mas não fui, você entende? Eu não estava inteira ali, eu não queria substituí-lo, porque achava que podia não ser câncer. Depois de um mês, todo mundo numa torcida louca, ficou claro que não dava.

“É tão simbiótica nossa relação que, quando eu fiquei “para sempre” no Sírio, eu perdi a voz durante três semanas. Eu ia ensaiar sem voz o musical. E dizia ao Giane no hospital: “Você só não me manda embora daqui”. É como eu tivesse que ir lá realimentá-lo.

“Vi ele passar por coisas inacreditáveis. Na UTI, quando ele quase morreu (no início, antes da quimioterapia, quando a colocação de um cateter perfurou acidentalmente sua veia). A pressão do Giane desceu a 3. Dona Heloísa (a mãe) e eu chegamos às 3h da manhã. Eu fiz o (dr Raul) Cutait sair do centro cirúrgico para explicar. Giane estava transfigurado. Eu falei: “Credo, você está com a boca inchada, maior do que a da Aline Moraes, parece a Angelina Jolie”. Eu sapateava, fazia loucuras para ele rir.

“Giane tem muitos amigos. Todos estavam presentes da maneira que podiam. Eu tive a sorte de poder estar com ele. A segunda vez que eu ia era depois de meia-noite. Eu sempre fugia da imprensa, entrava e saía pela porta dos fundos do Sirio.

“E depois aconteceu a coisa do pai dele. Ele me disse ao telefone: “Meu paizinho partiu, mas foi lindo, cantei a música Nossa Senhora do Roberto Carlos, o quarto dele estava todo branco”. E emendou: “Como foi seu ensaio?” Eu dizia que isso não tinha a menor importância mas ele queria participar de tudo, da vida.

“A gente passou a conviver com muita gente bacana, crianças espetaculares, uma menina de 10 anos que tem leucemia há oito. A minha vida inteira eu ajudei o Hospital do Câncer do Rio de Janeiro, eu animava as crianças, contava histórias. Depois que tive meus filhos, parei. Mas lá estava eu de volta, animando o Giane. A vida é muito louca.

“Sua cura é um milagre. Ele foi muito ajudado espiritualmente. É pelo merecimento. Ele tem uma conexão direta com Deus. Medita quando acorda. Estivemos juntos na corrente Bezerra de Menezes. Eu falei, “Giane, você está prestando um serviço tão importante para as pessoas”. A figura de um homem vencedor, bonito, saudável, que tem câncer e briga para viver. A mensagem que fica é que tudo é possível. Ele sempre repetia a frase: amanhã é um outro dia.

“Agora, a gente tem planos de viajar juntos para celebrar. Tenho uns intervalinhos no trabalho. Quero muito que ele faça um musical. Ele vai voltar a estudar canto e balé. Mas agora é um momento frágil, ele renasceu em fevereiro. Se não é a gente para dar uma travada, o Giane já estaria indo para o Rio, para a praia.

“Às 7h da manhã ele me ligou em janeiro para dizer que o transplante de medula tinha dado certo. Ele disse: “Você é a primeira a saber que estou curado”. Era um chororô no telefone. Eu não pude ir logo porque eu estava com gripe. Depois melhorei e entrei com luva, máscara, tudo. Comprei uma torta de nozes que ele adora, “Amor aos pedaços”. A gente cantou parabéns. E noutro dia ele esperou eu sair do teatro para a gente ir a um restaurante japonês, porque ficou muito tempo sem poder comer nada cru.

“É muito bom estar do ladinho dele. É muita alegria. Essa guerra está ganha porque ele merece.”

Fonte: Revista Época

4 de dezembro de 2011

Revista Contigo_17 nov/2011


Fonte: Para Recordar Novelas e Famosos

3 de dezembro de 2011

“Gianecchini teve uma febrinha”, diz Claudia Raia

Amiga próxima de Reynaldo Gianecchini, Claudia Raia deu uma entrevista ao portal Uol para falar sobre o estado de saúde do ator, que está internado desde terça-feira (29), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O artista está tratando um câncer no sistema linfático do tipo não-Hodgkin.
De acordo com a artista, a história de que Reynaldo teria sido internado diagnosticado com febre alta por conta de uma infecção não prossegue.
“Isso não é verdade. Ele teve um sinusite, deu uma febrinha, mas não significou nada. Não houve mudanças nos planos no autotransplante” contou.
Claudia também disse para o portal que o ator está fazendo alguns exames para realizar o procedimento de transplante.
Fonte: O Fuxico
“Ele ainda está se preparando, fazendo todos os exames pré-autotransplante. Ele ainda não cumpriu todo o protocolo. Ainda vai fazer o PET Scan e mais uma quimioterapia”, relatou Claudia Raia.
A atriz não soube informar quando Gianecchini terá alta do hospital.

12 de novembro de 2011

Visita a Giane



Reynaldo Gianecchini recebeu a visita de Claudia Raia e Mariana Ximenes na tarde deste sábado (12), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O ator completou 39 anos hoje e contou com o carinho das amigas. As duas estavam sorridentes e Mariana carregava uma sacola de presentes.

Internado desde o começo da semana para mais uma sessão de quimioterapia, Reynaldo teve que permanecer no hospital por conta de uma má reação ao tratamento. Apesar disso, a amiga Célia Fortes tranquilizou os fãs "Ele está bem e isto é um procedimento normal", disse. Ainda não há informações de quando o ator terá alta.

Na madrugada deste sábado Preta Gil também prestou uma homenagem ao amigo em seu show. A cantora, junto ao público, cantou "Parabéns a você" para o ator. “Hoje é aniversário de um dos meus melhores amigos na vida. Giane, esse é meu presente de aniversário para você”, disse.

Um pouco antes da homenagem Preta usou seu Twitter para dizer que Gianecchini estava bem, pois havia acabado de falar com ele. ""Acabei de falar com o Giane, ele está no hospital sim mas no quarto, nada de UTI. Ele está bem e tranquilo, respondendo bem ao tratamento", contou.

Revista QUEM

21 de setembro de 2011

Sem Gianecchini,Claudia Raia muda de papel em novela


Por causa do câncer de Reynaldo Gianecchini, antes cotado para ser um dos protagonistas da regravação de "Guerra dos Sexos" (Globo), o elenco passou por mudanças. Claudia Raia, que formaria par com o galã no papel interpretado por Glória Menezes na versão original, será Vânia, a personagem vivida por Maria Zilda Betlhem na trama.

Fonte: F5
Foto: Istoé Gente

22 de agosto de 2011

Claudia visita Giane em hospital


A jornalista Marília Gabriela, ex-mulher de Reynaldo Gianecchini, esteve na manhã desta segunda-feira, 22, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para visitar o ator. Poucos minutos depois, Claudia Raia chegou e subiu para o quarto de Gianecchini acompanhada por médicos.


Fonte: Ego

19 de agosto de 2011

Claudia Raia vai a hospital visitar Reynaldo Gianecchini

Claudia Raia foi visitar Reynaldo Gianecchini no início da tarde desta quinta-feira (18) no Hospital Sírio-Libanês, onde o ator está internado desde o fim do mês de julho. O ator iniciou o tratamento quimioterápico na manhã desta quinta-feira (18). Ela subiu para o nono andar, onde fica o quarto do ator sem falar com a imprensa.




Os dois são amigos desde a época em que atuaram juntos na novela “Belíssima”, exibida entre 2005 e 2006. Na trama, eles formavam um par romântico marcado pela comédia. Reynaldo tem planos de atuar com Claudia no musical “Cabaret”.

Entenda a luta contra o câncer:
Fonte: Revista QUEM